segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Medo

Ninguém sabe o que se sente. Ninguém sabe nada da mente. Ninguém sabe de perdas. Ninguém sabe de recuperação. Ninguém sabe mais que ninguém. E ninguém sabe nada.
Quanto mais se pensa que se sabe um pouco de tudo mais tarde nota que afinal o que sabia era pouco e que deveria ter aprendido um pouco mais na sua caminhada até ao ponto final.
Será que o sentimento de perda significa algo? Será que o medo constante significa algo? Será que alguma coisa significa algo? Será por isso que não se consegue ser feliz? Voltar ao de antes? Voltar àquele sorriso? Deixar as lágrimas secarem sem mais recaídas?
É tão doloroso o vivência constante com medo e a insegurança. Insegurança com medo que se volte a repetir, insegurança com medo de perder, insegurança com medo de morrer. Afinal tudo se resumo a medo e mais medo num círculo vicioso onde tudo acaba onde começa: no medo. Será que o medo é um sentimento assim tão forte que pode aterrorizar uma vida? Pelos vistos sim. Há quem passe dias e dias aterrorizado com medo de perder o que de mais precioso tem e ainda com mais medo de o dizer alto com mais medo de perder mais facilmente.
Porque será que o medo afecta assim tanto a capacidade humana? Uma capacidade tão grande que se deixa intimidar por um sentimento, que, por muito que não sei queira admitir, domina totalmente o corpo e mente humana. Como poderá um corpo e uma mente competir com um sentimento tão mórbido e nocivo como o medo? Porque só quem passa por grandes provas deste sentimento saberá o que ele realmente significa.
Como poderá um ser humano viver normalmente com um medo constante de perda e sem querer gritar com medo que aí a perda se torne real? Com medo de ficar, mais rapidamente, sem o seu bem mais precioso?
Provavelmente é em alturas como estas que o ser humano se envolve num manto de tristeza profunda onde gargalhar é a sua tarefa diária mais difícil e onde a face cabisbaixa é a mais fácil de demonstrar. Porque é que o medo toma por completo conta de alguém? E atrás disso vêm sentimentos tão dolorosos como o medo, a tristezas e outros mais?
E em certos momentos fica uma interrogação no ar. Será que nunca se será feliz nesta vida?...

domingo, 23 de outubro de 2011

Porquê?

Porque será que tudo começa? Porque será que tudo evolui? Porque será que tudo morre? Porque será que tudo o que tem um começo tem um fim sem se desejar? Porque existe sentimentos? Porque se tem medo? Porque se é inseguro/a? Porque existe dois pontos tão distantes? Porque só há gotas de água? Porque se é pessimista? Porque se nasce? Porque se perde? Porque se sofre? Porque se ama? Afinal tudo começa por um porquê só que nem sempre se tem a resposta a esse tão ansioso porquê.
No fundo a questão no preciso momento é o porquê de haver dois pontos tão distantes que mesmo separando dois corpos não separam dois corações mas será isso verdade? Será que não separa tudo e até mata? Na verdade há quem duvide disso mesmo e quem comece a duvidar já que passa pela experiência e o resultado começa a tornar-se horrível e triste. No entanto o resultado pode tornar-se tão amargo que os pontos cruciais de uma face se desleixam deixando aparecer aquelas pequenas gotas de água que insistem em sair e sair e não se cansam até que quando se dá por si mesmo já se vê um pequeno rio de água percorrendo os seus pés.
Definitivamente esses dois pontos podem mesmo separar tudo e o que deixam de bom? Nada. Simplesmente deixam dor. Uma dor não física mas algo dentro de cada um que não tem explicação que dói mais que um corte numa mão, uma facada nas costas ou um tiro na cabeça. Uma dor tão grande que por mais medicamentos que possa haver não cura porque dores dessas não têm cura apenas um fim, a morte.
É tão difícil conter pequenas coisas que insistem em ir embora que mesmo conseguindo fechá-las para dentro alimenta ainda mais aquela dor inexplicável que ocupa o peito por completo e que faz com que pessoas de bem tenham pensamentos menos agradáveis mas que naquele momento parece ser a única alegria e as coisas boas a sua tristeza.
Olhando em volta não há nada talvez porque muitos em vez de seguir a cabeça fazem o oposto e seguem o coração. Mas o coração não é um órgão do corpo de todos? Afinal o coração para além desse trabalho todo ainda sente tudo o que é transmitido pelo corpo de cada um. O problema é que apesar de tomar por vezes muitas decisões nem sempre toma as melhores decisões mas afinal que culpa tem o coração de se apaixonar? Só se conhece pessoas que se completam uns aos outros.
E quando o coração escolhe alguém que está tão longe e para uma das partes é complicado a distância entre ambos? O que se faz? Ignora se a pessoa? Deixa-se de se ter contacto? Acaba-se tudo o que começou? Mata-se? O quê? E quando se ama? O que se faz a esse sentimento tão lindo, tão verdadeiro e profundo? Não se pode fazer nada porque não se escolhe quem se ama. Somente se ama. Difícil a distância? Sim, bastante até mas o amor, tal como se diz que não escolhe idades também, não escolhe distâncias...
E quando se ama? O que se faz a esse sentimento?????

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Incógnita

O que se sonha acaba em pesadelo. O que se brinca depressa acaba num terrível acidente. O que se vê acaba por vezes em perda de tal. O que se sorri mais tarde acaba em lágrimas que escorrem constantemente entre soluços absurdos. O que se arrepende tão cedo não merece perdão. O que se sente nem sempre é o mais acertado. O que se menos queixa maior é a dor.
Quanto mais alto se sonha maior é a queda e por vezes há quedas maiores do que realmente sabemos. Definitivamente falar é o que de melhor se sabe fazer mas só estando dentro é que se diz verdadeiramente o que é. Por vezes mais vale fazer uma pausa e descer decentemente à realidade na qual nem sempre se encontra o que se espera e sim o contrário das expectativas e por mais que se tente mudar não dá... Está feito e nada poderá mudar seja o que for.
Por mais que tente mais cedo ou mais tarde tudo corre mal. Sempre que penso "é agora" o tempo só mostra que é mais tarde e por vezes chega a ser nunca. Para além de tudo agora ainda há mais alguém que decide não pensar e simplesmente agir. A única pessoa na qual confiava sem ter qualquer defeito a assinalar, provavelmente a única pessoa que já amei verdadeiramente ao ponto de tentar seguir em frente com algo que deveria ficar para trás e a verdade é que custa muito mais do que pensava. Por mais que tente conter as lágrimas parece que ainda vêm com mais e mais força até que escorrem para fora do rosto até caírem e secarem. Por mais que tente conter a enorme dor e aperto no peito mais forte é até se chega a pensar que ficaria sem ar e ali permaneceria, tanto que por vezes é menos doloroso receber uma facada nas costas. E por mais que tente não pensar é o único pensamento que me ocorre a toda a hora, a todos os minutos e segundos tanto que nem quero acreditar ou então pensar que tudo foi um pesadelo e irei acordar em breve e tudo estará bem só que mais tarde volto a cair na realidade e vejo que afinal tudo foi muito mais real do que quero. 
Questões e questões chegam constantemente à minha cabeça mas ninguém tem as respostas. São tantas que quase dou em doida e então passa a dor a ser física onde não existe nada que possa aliviar. De inúmeras perguntas há sempre aqueles momentos em que penso anular a minha decisão e voltar só que, não sei porquê nem o quê, impede-me que o faça e apesar que deveria voltar atrás seguindo o que sempre disse não é recuando que iria estar melhor mas assim também não estou bem. E por mais que mereça que não fale, que ignore, que esqueça entre outras não consigo e não sei porquê o que me irrita demasiado. Tenho infinitas interrogações e tantas outras coisas neste momento na minha mente que já não sei quem pensar. Talvez a vida seja mesmo assim um grande enigma e um enorme labirinto onde nunca se sabe qual o verdadeiro caminho a seguir onde por vezes nos perdemos sem saber se algum dia nos encontraremos. Sinto-me perdida...
Pela primeira vez escrevo na primeira pessoa talvez porque sentimentos e pensamentos não se conseguem codificar quando são verdadeiros...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Vida

Em dias desgastantes é que se medita em aspectos actuais de forma inexplicável onde se questiona tudo e todos, onde não se sabe o que é verdade de mentira e onde se deixa de acreditar em tudo o que se possa saber. Independentemente de tudo o que possa haver nem sempre se está correcto ou errado, verdadeiro ou falso, puro ou impuro. Questões que maior parte das vezes não existem respostas exactas só especulações nas quais se analisa tudo até ao pormenor e nada se encontra.
Que sentido terá se nunca se chega ao fim dignamente? De que valerá todas as confusões se o desfecho será sempre o mesmo?  Nunca se saberá respostas já que no início tudo parece valer a pena quando no final é só uma descarga de consciência pelo que se fez de digno e para os demais uma consciência pesada pelo que poderiam ter feito e dito e nunca se agiu. Actos tão fáceis de realizar como dar atenção muitas vezes são passos que muitos entes não souberam nem tiveram por parte de indivíduos desejados e só a conheceram por criaturas que nada tinham a fazer.
Na realidade não passa de uma simples passagem seja boa ou má... Uma passagem tão pequena, tão insólita, tão insignificante que alguns seres não querem sequer ver a finalização desse projecto e acabam por se encerrarem a si mesmos. Uma passagem tão insignificante que mesmo depois de terminar ainda se submetem se ser-se posto abaixo do pés dos demais sem dó nem piedade onde a despedida é desastrosa.
Tanto início e tanto fim, tanta felicidade e tanta tristeza quando a veracidade é nua e crua. Tanta existência para depois acabar como tantos mais...
Então de que vale viver? Afinal a vida é só uma simples passagem por algo que não se conhece, aliás muitos seres existentes e inexistentes não souberam o significado de viver verdadeiramente até ao último ano, mês, dia, hora, minuto, segundo...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Algo

Quem tudo que, tudo perde. Quem tudo aperta, tudo foge. Quem tudo visualiza, tudo cega. Quem tudo deseja, tudo abandona. Quem luta nem sempre vence, por vezes até perde muito mais do que ganha. O que hoje é bonito amanhã é feio. O que hoje é fantástico amanhã é horrível. O que hoje é rotina amanhã é confusão.
Tudo o que se possa ganhar mais tarde volta-se a perder até que depois cai numa prática de envolvimentos súbitos e que num próximo dia desaparece sem deixar algum rasto de vivência. Por mais tempo que passe, por mais sentidos que se tenha nada volta ao lugar e nada justifica.
Algo mais facilitado seria a sobrevivência de comuns e talvez a desgraça de inalterados mas só assim muitos dessas comuns seriam um ser perfeito no auge da sua grandeza e melhoramento de pequenos insignificantes que sé se têm a si mesmos e que percorrem este algo de maneira graciosa enquanto outros se reduzem a ficar por seus actos intoleráveis que nunca perderão.
Nunca se saberá a realidade de uma simples melodia tocada em noites de pureza e fidelidade, noites essas onde o lua brilha tão intensamente como o sol quando nasce logo pela manhã e enche as pequenas criaturas com o seu calor estonteante. Noites essas que purificam momentos de puro prazer em mentes de meio palmo com várias categorias de intensos desejos e reclamações.
Só que tudo isto se pode perder em poucos segundos e poderá reergue-se das profundezas mais sombrias ou então deixar o silêncio falar mais alto...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Lágrima

Uma lágrima, uma pequena gota de água, nem doce nem salgada, pode significar felicidade, pode significar dor, pode significar vitória, pode significar derrota, pode significar alegria, pode significar tristeza, pode significar veracidade, pode significar falsidade, pode significar tudo e pode significar nada.
Uma simples gota de água como a lágrima pode significar o que a pessoa quiser mas mesmo assim tem um grande significado universal... A lágrima mesmo sendo propositada ou despropositada é sempre verdadeira. Mesmo num pranto de lágrimas a pessoa é mais lúcida do que todos possam pensar.
Ao apertar o organismo as lágrimas sobem por um longo caminho até que chegam aos olhos e saem para fora onde encontra a sua liberdade, onde depois descem pelo rosto até que percorre o corpo completamente até chegar ao chão ou, simplesmente, acaba a sua caminhada pelo rosto e cai directamente no solo e aí cada pequena gota pequena segue uma nova caminhada até encontrar novas amizades ou apenas desaparecer na terra quente e desesperada por um pouco de água.
Apesar de que por vezes quando elas saem é bom, pois, é motivo de alegria nem sempre é assim. Maior parte das vezes as lágrimas seguem o seu caminho provocadas por dor e tristeza, tristeza essa que nem sempre passa e que se propaga por dias e dias até que apareça um dia em que se vá embora definitivamente. Mesmo assim ao saírem essas pequenas gotas sai alguma amargura e angústia, alguma tristeza e dor, algo que não faz falta nem hoje, nem amanha, nem nenhum dos dias restantes.
É tão inexplicável a autenticidade e a pureza de uma simples gota de água que por vezes o mais agradável é mandar embora tudo o que o organismo não permite para assim aliviar a pressão que sente. Tão agradável que dá vontade de juntar essas gotas de águas e ficar nos seu manto suave que a conforte e a embale nos seus braços húmidos e que a absorva a fim de a sufocar até que adormeça sem desfecho...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Confiança

Para quê confiar se desilude sempre? Para quê deixar entrar quando mais valia deixa a porta fechada?  Por mais explicações que haja nunca há uma correcta para cada caso. Nunca deveria ter entrado assim, nunca deveria ter deixado permanecer aquela pequena luz, deveria ter fechado por completo a porta.
De dia p'ra dia entende-se menos, de dia p'ra dia confunde-se mais e de dia p'ra dia deixa-se de acreditar... Acreditar esse que nunca deveria ter existo para mais tarde não haver desilusão nem arrependimento...
Dúvidas surgem por qualquer coisas, dúvidas que nem com o tempo passam, dúvidas que permanecem e corrompe uma vida inteira e por mais que se tente acreditar não dá, não se consegue talvez por palavras magoarem demais e a solução é só uma. Começar a fechar novamente essa porta que por engano se abriu demasiado e acabar com esse caminho já conquistado recomeçando um novo. Melhor assim... não há mais desilusões e arrependimentos...
Simplesmente a confusão não acaba e as dúvidas surgem cada vez mais e não há palavra em que se acredite, nem beijo, nem toque. Não há nada...
Nunca se deve depositar confiança em algo desconhecido porque mais tarde o arrependimento invade com tanta força que deita por terra tudo feito até à data... Foi tudo uma simples ilusão de óptima como tantas outras e as consequências foram tão inesperadas...
A confusão é tão controladora e tão devastadora, que já não se sabe no que acreditar ou melhor desconfia-se de tudo e não há possibilidades de acreditar em mais nada, só no que se viu e é aí que se toma a decisão de fechar a porta para sempre ou então fechá-la de forma a mais nada entrar nem sequer bater... É assim que deve permanecer essa porta, fechada e trancada sem oportunidade de se romper...
Começou, evoluiu, destroçou e agora acabou... Por muito ou pouco tempo? Não se sabe... Por agora terminou até à recuperação total... Será que haverá algum dia? Só o tempo o dirá...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Escuridão

De que vale falar se ninguém ouve? De que vale chorar se ninguém seca as lágrimas? De que vale querer fugir se ninguém vai atrás? De que vale ter amizades se no fim só apunhalam por trás?
Tudo vale tudo e nada vale nada. A melhor amizade é e será sempre a solidão. O refúgio de qualquer pessoa passa pela solidão onde se é dono de tudo e de nada, onde se chora e ninguém vê, onde se foge e ninguém apanha e onde as amizades ficam do lado de fora da porta.
Tudo se resume a isso mesmo solidão onde a amizade é ela mesma e a escuridão. Escuridão essa que nos envolve no seu manto negro e nos aconchega dia e noite e onde nunca estamos sós...
Aí e que se sente bem... Aí o seu verdadeiro lar... Aí descansa em paz dos de fora e pior... dos de dentro... Escuridão essa que se quer ficar com ela no seu manto até deixar de existir...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mar

Tudo o que fiz e o que não fiz. Tudo o que disse e o que não disse. Tudo o que deixei e o que não deixei. Tudo o que pensei e o que não pensei.
Nada é como era... ou como foi... Nem nunca será como se imagina... Só piora de dia para dia... Nada por nada... Nada por ninguém... Nada...
Querer fugir para longe, bem longe, de tudo, de todos e ao mesmo tempo de nada. Sonhar por algo que não existe nem por ninguém...
Apetecer envolvimentos com o mar e bem profundos tal como é... Desistir de chegar ao céu, pois, a queda será enorme e não há preparação alguma... Mergulhar bem fundo até às profundezas do oceano... Descer até bater e esquecer...
Entrar noutra superfície... Um local calmo e sereno onde possa ficar e descansar eternamente com a brisa suave do vento e a maresia do mar perto de mim para assim as ondas me envolverem no seu berço e me aconchegarem até chegar à noite e me perder na imensidão que é o oceano, calmo e sereno...

Sentimentos

Por mais caminhos que haja todos iremos passar pelo mesmo caminho, nem que seja uma única vez. O caminho da paixão, do amor e da felicidade. São sentimentos que podemos ter várias vezes nas nossas vidas mas a cada pessoa o sentimento torna-se mais forte até que queremos a pessoa tanto que não suportamos a ausência nem a distância, seja grande ou pequena. A paixão ou o amor não se sente só quando a vivemos de perto também se sente quando a vivemos de longe e por vezes é muito melhor de longe.
É algo tão real e ao mesmo tempo parece um sonho que se vive, um sonho lindo onde fazemos o que queremos e com quem queremos. Tanto a paixão e o amor são duas palavras com significados múltiplos, é algo quase impossível de descrever ou mesmo impossível porque não se descreve mas sim sente-se apesar de palavras com significados um pouco diferentes. Paixão é algo sentida naquele momento que até pode durar, nunca se sabe, e pode ir embora facilmente. O amor é algo verdadeiro, puro. Algo completamente indescritível que por mais que se tente explicar não se consegue só numa palavra. Algo assombroso e maravilhoso. Feio e bonito. Amargo e doce. Frio e quente. Amor dura não passa como o tempo nem com simples dias leva mais que dias e meses e por vezes até anos.
Acompanhando a paixão e o amor vem sempre a felicidade. Algo igualmente deslumbrante que faz com que a vida não parece tão difícil, tão dura, tão cruel. Sentimentos tão naturais, tão bons mas que tanto provocam alegria como tristeza e mágoa. É tão fácil como se começa a amar que nem dá para acreditar. Basta um simples olhar, um simples sorriso, uma simples palavra, uma simples mensagem, um simples toque, um simples pensamento. Quando menos esperamos bate à porta e por vezes dá alegrias e outras tristezas mas se fosse fácil não valia a pena. Algo tão espontâneo que nos faz andar a sonhar dia e noite, em terra e no céu, tanto, que passamos mais tempo nas nuvens e na lua do que na vida real. Faz-nos cometer por vezes loucuras boas e por vezes más mas é o que se quer naquele momento. Simplesmente viver. Viver um instante, um momento, uma recordação para mais tarde, uma oportunidade mas sobretudo viver algo bom. Por mais que se escreva ou se diga nunca se chega a uma conclusão sobre o amor pois é um sentimento tão único, tão grande que incapacita qualquer pessoa de o descrever mas apesar disso deixa sentir. Amor. Algo tão fácil e tão complexo. Um sentimento que se encontra onde menos esperamos e nunca sabemos se acaba bem ou mal…