Ninguém sabe o que se sente. Ninguém sabe nada da mente. Ninguém sabe de perdas. Ninguém sabe de recuperação. Ninguém sabe mais que ninguém. E ninguém sabe nada.
Quanto mais se pensa que se sabe um pouco de tudo mais tarde nota que afinal o que sabia era pouco e que deveria ter aprendido um pouco mais na sua caminhada até ao ponto final.
Será que o sentimento de perda significa algo? Será que o medo constante significa algo? Será que alguma coisa significa algo? Será por isso que não se consegue ser feliz? Voltar ao de antes? Voltar àquele sorriso? Deixar as lágrimas secarem sem mais recaídas?
É tão doloroso o vivência constante com medo e a insegurança. Insegurança com medo que se volte a repetir, insegurança com medo de perder, insegurança com medo de morrer. Afinal tudo se resumo a medo e mais medo num círculo vicioso onde tudo acaba onde começa: no medo. Será que o medo é um sentimento assim tão forte que pode aterrorizar uma vida? Pelos vistos sim. Há quem passe dias e dias aterrorizado com medo de perder o que de mais precioso tem e ainda com mais medo de o dizer alto com mais medo de perder mais facilmente.
Porque será que o medo afecta assim tanto a capacidade humana? Uma capacidade tão grande que se deixa intimidar por um sentimento, que, por muito que não sei queira admitir, domina totalmente o corpo e mente humana. Como poderá um corpo e uma mente competir com um sentimento tão mórbido e nocivo como o medo? Porque só quem passa por grandes provas deste sentimento saberá o que ele realmente significa.
Como poderá um ser humano viver normalmente com um medo constante de perda e sem querer gritar com medo que aí a perda se torne real? Com medo de ficar, mais rapidamente, sem o seu bem mais precioso?
Provavelmente é em alturas como estas que o ser humano se envolve num manto de tristeza profunda onde gargalhar é a sua tarefa diária mais difícil e onde a face cabisbaixa é a mais fácil de demonstrar. Porque é que o medo toma por completo conta de alguém? E atrás disso vêm sentimentos tão dolorosos como o medo, a tristezas e outros mais?
E em certos momentos fica uma interrogação no ar. Será que nunca se será feliz nesta vida?...
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Porquê?
Porque será que tudo começa? Porque será que tudo evolui? Porque será que tudo morre? Porque será que tudo o que tem um começo tem um fim sem se desejar? Porque existe sentimentos? Porque se tem medo? Porque se é inseguro/a? Porque existe dois pontos tão distantes? Porque só há gotas de água? Porque se é pessimista? Porque se nasce? Porque se perde? Porque se sofre? Porque se ama? Afinal tudo começa por um porquê só que nem sempre se tem a resposta a esse tão ansioso porquê.
No fundo a questão no preciso momento é o porquê de haver dois pontos tão distantes que mesmo separando dois corpos não separam dois corações mas será isso verdade? Será que não separa tudo e até mata? Na verdade há quem duvide disso mesmo e quem comece a duvidar já que passa pela experiência e o resultado começa a tornar-se horrível e triste. No entanto o resultado pode tornar-se tão amargo que os pontos cruciais de uma face se desleixam deixando aparecer aquelas pequenas gotas de água que insistem em sair e sair e não se cansam até que quando se dá por si mesmo já se vê um pequeno rio de água percorrendo os seus pés.
Definitivamente esses dois pontos podem mesmo separar tudo e o que deixam de bom? Nada. Simplesmente deixam dor. Uma dor não física mas algo dentro de cada um que não tem explicação que dói mais que um corte numa mão, uma facada nas costas ou um tiro na cabeça. Uma dor tão grande que por mais medicamentos que possa haver não cura porque dores dessas não têm cura apenas um fim, a morte.
É tão difícil conter pequenas coisas que insistem em ir embora que mesmo conseguindo fechá-las para dentro alimenta ainda mais aquela dor inexplicável que ocupa o peito por completo e que faz com que pessoas de bem tenham pensamentos menos agradáveis mas que naquele momento parece ser a única alegria e as coisas boas a sua tristeza.
Olhando em volta não há nada talvez porque muitos em vez de seguir a cabeça fazem o oposto e seguem o coração. Mas o coração não é um órgão do corpo de todos? Afinal o coração para além desse trabalho todo ainda sente tudo o que é transmitido pelo corpo de cada um. O problema é que apesar de tomar por vezes muitas decisões nem sempre toma as melhores decisões mas afinal que culpa tem o coração de se apaixonar? Só se conhece pessoas que se completam uns aos outros.
E quando o coração escolhe alguém que está tão longe e para uma das partes é complicado a distância entre ambos? O que se faz? Ignora se a pessoa? Deixa-se de se ter contacto? Acaba-se tudo o que começou? Mata-se? O quê? E quando se ama? O que se faz a esse sentimento tão lindo, tão verdadeiro e profundo? Não se pode fazer nada porque não se escolhe quem se ama. Somente se ama. Difícil a distância? Sim, bastante até mas o amor, tal como se diz que não escolhe idades também, não escolhe distâncias...
E quando se ama? O que se faz a esse sentimento?????
No fundo a questão no preciso momento é o porquê de haver dois pontos tão distantes que mesmo separando dois corpos não separam dois corações mas será isso verdade? Será que não separa tudo e até mata? Na verdade há quem duvide disso mesmo e quem comece a duvidar já que passa pela experiência e o resultado começa a tornar-se horrível e triste. No entanto o resultado pode tornar-se tão amargo que os pontos cruciais de uma face se desleixam deixando aparecer aquelas pequenas gotas de água que insistem em sair e sair e não se cansam até que quando se dá por si mesmo já se vê um pequeno rio de água percorrendo os seus pés.
Definitivamente esses dois pontos podem mesmo separar tudo e o que deixam de bom? Nada. Simplesmente deixam dor. Uma dor não física mas algo dentro de cada um que não tem explicação que dói mais que um corte numa mão, uma facada nas costas ou um tiro na cabeça. Uma dor tão grande que por mais medicamentos que possa haver não cura porque dores dessas não têm cura apenas um fim, a morte.
É tão difícil conter pequenas coisas que insistem em ir embora que mesmo conseguindo fechá-las para dentro alimenta ainda mais aquela dor inexplicável que ocupa o peito por completo e que faz com que pessoas de bem tenham pensamentos menos agradáveis mas que naquele momento parece ser a única alegria e as coisas boas a sua tristeza.
Olhando em volta não há nada talvez porque muitos em vez de seguir a cabeça fazem o oposto e seguem o coração. Mas o coração não é um órgão do corpo de todos? Afinal o coração para além desse trabalho todo ainda sente tudo o que é transmitido pelo corpo de cada um. O problema é que apesar de tomar por vezes muitas decisões nem sempre toma as melhores decisões mas afinal que culpa tem o coração de se apaixonar? Só se conhece pessoas que se completam uns aos outros.
E quando o coração escolhe alguém que está tão longe e para uma das partes é complicado a distância entre ambos? O que se faz? Ignora se a pessoa? Deixa-se de se ter contacto? Acaba-se tudo o que começou? Mata-se? O quê? E quando se ama? O que se faz a esse sentimento tão lindo, tão verdadeiro e profundo? Não se pode fazer nada porque não se escolhe quem se ama. Somente se ama. Difícil a distância? Sim, bastante até mas o amor, tal como se diz que não escolhe idades também, não escolhe distâncias...
E quando se ama? O que se faz a esse sentimento?????
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