Em dias desgastantes é que se medita em aspectos actuais de forma inexplicável onde se questiona tudo e todos, onde não se sabe o que é verdade de mentira e onde se deixa de acreditar em tudo o que se possa saber. Independentemente de tudo o que possa haver nem sempre se está correcto ou errado, verdadeiro ou falso, puro ou impuro. Questões que maior parte das vezes não existem respostas exactas só especulações nas quais se analisa tudo até ao pormenor e nada se encontra.
Que sentido terá se nunca se chega ao fim dignamente? De que valerá todas as confusões se o desfecho será sempre o mesmo? Nunca se saberá respostas já que no início tudo parece valer a pena quando no final é só uma descarga de consciência pelo que se fez de digno e para os demais uma consciência pesada pelo que poderiam ter feito e dito e nunca se agiu. Actos tão fáceis de realizar como dar atenção muitas vezes são passos que muitos entes não souberam nem tiveram por parte de indivíduos desejados e só a conheceram por criaturas que nada tinham a fazer.
Na realidade não passa de uma simples passagem seja boa ou má... Uma passagem tão pequena, tão insólita, tão insignificante que alguns seres não querem sequer ver a finalização desse projecto e acabam por se encerrarem a si mesmos. Uma passagem tão insignificante que mesmo depois de terminar ainda se submetem se ser-se posto abaixo do pés dos demais sem dó nem piedade onde a despedida é desastrosa.
Tanto início e tanto fim, tanta felicidade e tanta tristeza quando a veracidade é nua e crua. Tanta existência para depois acabar como tantos mais...
Então de que vale viver? Afinal a vida é só uma simples passagem por algo que não se conhece, aliás muitos seres existentes e inexistentes não souberam o significado de viver verdadeiramente até ao último ano, mês, dia, hora, minuto, segundo...
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Algo
Quem tudo que, tudo perde. Quem tudo aperta, tudo foge. Quem tudo visualiza, tudo cega. Quem tudo deseja, tudo abandona. Quem luta nem sempre vence, por vezes até perde muito mais do que ganha. O que hoje é bonito amanhã é feio. O que hoje é fantástico amanhã é horrível. O que hoje é rotina amanhã é confusão.
Tudo o que se possa ganhar mais tarde volta-se a perder até que depois cai numa prática de envolvimentos súbitos e que num próximo dia desaparece sem deixar algum rasto de vivência. Por mais tempo que passe, por mais sentidos que se tenha nada volta ao lugar e nada justifica.
Algo mais facilitado seria a sobrevivência de comuns e talvez a desgraça de inalterados mas só assim muitos dessas comuns seriam um ser perfeito no auge da sua grandeza e melhoramento de pequenos insignificantes que sé se têm a si mesmos e que percorrem este algo de maneira graciosa enquanto outros se reduzem a ficar por seus actos intoleráveis que nunca perderão.
Nunca se saberá a realidade de uma simples melodia tocada em noites de pureza e fidelidade, noites essas onde o lua brilha tão intensamente como o sol quando nasce logo pela manhã e enche as pequenas criaturas com o seu calor estonteante. Noites essas que purificam momentos de puro prazer em mentes de meio palmo com várias categorias de intensos desejos e reclamações.
Só que tudo isto se pode perder em poucos segundos e poderá reergue-se das profundezas mais sombrias ou então deixar o silêncio falar mais alto...
Tudo o que se possa ganhar mais tarde volta-se a perder até que depois cai numa prática de envolvimentos súbitos e que num próximo dia desaparece sem deixar algum rasto de vivência. Por mais tempo que passe, por mais sentidos que se tenha nada volta ao lugar e nada justifica.
Algo mais facilitado seria a sobrevivência de comuns e talvez a desgraça de inalterados mas só assim muitos dessas comuns seriam um ser perfeito no auge da sua grandeza e melhoramento de pequenos insignificantes que sé se têm a si mesmos e que percorrem este algo de maneira graciosa enquanto outros se reduzem a ficar por seus actos intoleráveis que nunca perderão.
Nunca se saberá a realidade de uma simples melodia tocada em noites de pureza e fidelidade, noites essas onde o lua brilha tão intensamente como o sol quando nasce logo pela manhã e enche as pequenas criaturas com o seu calor estonteante. Noites essas que purificam momentos de puro prazer em mentes de meio palmo com várias categorias de intensos desejos e reclamações.
Só que tudo isto se pode perder em poucos segundos e poderá reergue-se das profundezas mais sombrias ou então deixar o silêncio falar mais alto...
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